Um som cultural do bairro de Felipe Camarão
Ontem a tarde tive uma boa surpresa, quando fui pela primeira vez no bairro de Felipe Camarão. Meu destino era a Escola Estadual Clara Camarão, estava indo para o evento da Ong Conexão Felipe Camarão. Não conhecia nem a Ong nem o bairro. Nessa visita foi me acompanhando minha amiga Carol.
Ao chegar no nosso destino, descobri a riqueza daquele bairro, que por vezes é visto apenas como um reduto de violência e de criminalidade da cidade. Mas pobres daqueles que não conhecem Felipe Camarão de verdade e a riqueza maior que ali se encontra. Foram duas horas bem aproveitadas e respirando o que tem de mais lindo na cultura de Natal.
Foi uma tarde de Mestres, bonecos, música, capoeira, risos e poesias, vividos e realizados pelo o que há de melhor naquele lugar, que são as suas pessoas. A delicadeza e alegria contagiante das crianças e adolescentes tocando de modo lindo em uma bandinha que contagia com seu forró tradicional, que nos leva a viajar naquele som gracioso e nordestino. O encanto do Mestre Josivam, que com o teatro de João Redondo tira sinceros sorrisos de todos e nos faz voltar a ser crianças outra vez, iguais a elas, faceiras e alegres, com risos soltos e despreocupados. Os bonecos que vivem pelas mãos de um mestre.
O som mágico do berimbau, que de espirar tanta melodia, nos dar seu ar de graça e onde todos ali presentes poderiam inspirar de volta. Uma “capoeira no juízo”, uma roda, participantes que jogam, olham e batem palmas. Mãos de bonecos, de banda, de realizações, de crianças, adolescentes, adultos, de um bairro, que consegue resgatar uma maravilha de cultura local.
Eu e minha amiga voltamos para casa felizes e orgulhosas, porque descobrimos um bairro riquíssimo na nossa cidade, onde a valorização da cultura existe. Em que há uma Ong, com o mesmo nome do bairro, que faz um belo trabalho com os jovens, ajudando-os a amar e não deixar morrer a arte de seu lugar.
Ao chegar no nosso destino, descobri a riqueza daquele bairro, que por vezes é visto apenas como um reduto de violência e de criminalidade da cidade. Mas pobres daqueles que não conhecem Felipe Camarão de verdade e a riqueza maior que ali se encontra. Foram duas horas bem aproveitadas e respirando o que tem de mais lindo na cultura de Natal.
Foi uma tarde de Mestres, bonecos, música, capoeira, risos e poesias, vividos e realizados pelo o que há de melhor naquele lugar, que são as suas pessoas. A delicadeza e alegria contagiante das crianças e adolescentes tocando de modo lindo em uma bandinha que contagia com seu forró tradicional, que nos leva a viajar naquele som gracioso e nordestino. O encanto do Mestre Josivam, que com o teatro de João Redondo tira sinceros sorrisos de todos e nos faz voltar a ser crianças outra vez, iguais a elas, faceiras e alegres, com risos soltos e despreocupados. Os bonecos que vivem pelas mãos de um mestre.
O som mágico do berimbau, que de espirar tanta melodia, nos dar seu ar de graça e onde todos ali presentes poderiam inspirar de volta. Uma “capoeira no juízo”, uma roda, participantes que jogam, olham e batem palmas. Mãos de bonecos, de banda, de realizações, de crianças, adolescentes, adultos, de um bairro, que consegue resgatar uma maravilha de cultura local.
Eu e minha amiga voltamos para casa felizes e orgulhosas, porque descobrimos um bairro riquíssimo na nossa cidade, onde a valorização da cultura existe. Em que há uma Ong, com o mesmo nome do bairro, que faz um belo trabalho com os jovens, ajudando-os a amar e não deixar morrer a arte de seu lugar.
Um comentário:
Que bom começarmos o blog com uma crônica como essa! Arrasou, Indira!
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